O médico anestesiologista do SUS e pré-candidato ao Senado em 2026, Eduardo Amorim, tem comemorado a inauguração do Hospital do Câncer de Sergipe (HCS), que será realizada nesta quarta-feira, 10, após uma década e meia de luta para que os pacientes oncológicos sergipanos pudessem ter direito a um tratamento digno.
Para coletar as assinaturas, uma caravana foi realizada com destino aos 75 municípios, onde múltiplas abordagens foram realizadas em feiras livres e mercados, em unidades de saúde, órgãos públicos, além do trabalho de porta em porta nas ruas e avenidas com maior fluxo de pedestres.
“Depois de 15 anos de lutas, cobranças, conversas, frustrações e angústias, finalmente o Estado de Sergipe vai inaugurar o Hospital do Câncer. Uma unidade hospitalar que vai melhorar a assistência ofertada aos pacientes oncológicos em nosso estado. No ano de 2010, enquanto senador da República, iniciamos um abaixo-assinado, mobilizamos a bancada sergipana e utilizamos a tribuna do Senado Federal para que esta iniciativa se tornasse realidade, apesar da demora”, recordou Eduardo Amorim.
No decorrer da respectiva atuação profissional, ou na gestão pública – enquanto secretário de Saúde no governo de João Alves Filho, deputado federal ou senador, Eduardo Amorim apresenta um legado de busca incansável pela melhoraria da saúde em Sergipe.
Mesmo com 15 anos de atraso, Eduardo Amorim comemora a inauguração do Hospital do Câncer em Sergipe, mas tem enfatizado a necessidade de construção de novas unidades de saúde, com destaque para o Centro de Diagnóstico por Imagem, um Hospital de Clínicas, além de uma unidade hospitalar dedicada aos servidores públicos.
Nesta terça-feira o médico anestesiologista apresentou uma retrospectiva do trabalho desenvolvido em prol do Hospital do Câncer.
“No ano de 2011, visitamos os veículos de imprensa com o objetivo de expandir essa corrente do bem. Logo em seguida, conquistamos a participação social de entidades sindicais, a exemplo dos enfermeiros e médicos, e mobilizamos a bancada de Sergipe em Brasília para que emendas fossem destinadas. No meu mandato de senador, foram mais de R$ 200 milhões, sendo que uma parte representativa retornou aos cofres da União por incompetência ou falta de interesse dos ex-governantes. Estamos falando de 15 anos desde o início dessa nossa caminhada”, frisou.
Por Assessoria de Imprensa
Foto: Divulgação






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