Morre Aída Mascarenhas, advogada que marcou gerações na defesa dos direitos humanos

A advocacia sergipana amanheceu de luto nesta segunda-feira (27) com a notícia da morte da advogada Aída Mascarenhas Campos, aos 64 anos. Internada em um hospital particular de Aracaju, ela não resistiu às complicações causadas pela Covid-19, segundo informou a família.

Figura de destaque na advocacia sergipana, Aída construiu uma trajetória marcada pela defesa incansável dos direitos humanos e pelo compromisso ético com a profissão. Na Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Sergipe (OAB/SE), ocupou cargos de grande relevância: foi vice-presidente em duas gestões (1994–1997 e 2001–2003), secretária-geral, conselheira seccional em 2019 e presidente da Comissão de Direitos Humanos. Também integrou a Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal da OAB, levando o nome de Sergipe ao cenário nacional.

Em nota conjunta, a OAB/SE e a Caixa de Assistência dos Advogados de Sergipe (CAASE) lamentaram profundamente a perda.

“Neste momento de dor, a OAB/SE e a CAASE manifestam a sua mais sincera solidariedade aos familiares e amigos da Dra. Aída Mascarenhas Campos, desejando-lhes conforto e força para enfrentar esta perda irreparável”, diz o texto.

Com uma carreira guiada pela ética, sensibilidade e compromisso social, Aída Mascarenhas deixa um legado que ultrapassa o campo jurídico – uma história de dedicação à justiça e ao ser humano.

O velório aconteceu no Cemitério Colina da Saudade, na capital sergipana, onde também foi realizado o sepultamento, às 17h.



Por Redação
Foto: Arquivo

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