O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retoma na quinta-feira (23) o julgamento do recurso ordinário eleitoral, que pode manter a decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE-SE), que cassou os direitos políticos do ex-prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho (PL), por abuso do poder político e econômico.
Prevendo as dificuldades que terá para convencer os ministros a não seguirem o voto do relator, que pediu a condenação, acolhendo o entendimento do Ministério Público Eleitoral, Valmir de Fracisquinho contratou um grupo de advogados, coordenados pelo ex-ministro do TSE, Tarcísio Vieira de Carvalho Neto.
Experiente e muito respeitado na Justiça brasileira, e classificado com um dos mais caros advogados do Brasil, ele terá a missão de defender Valmir de Francisquinho no TSE e livar o político sergipano da condenação final e reabilitá-lo para a disputa pelo Governo de Sergipe nas eleições deste ano.
Documento oficial que o Hora News teve acesso, revela que Valmir de Francisquinho contratou uma das mais importantes bancas de advocacia do país, a Rangel Advocacia, que tem como integrantes os advogados Tarcísio Vieira de Carvalho Neto, Eduardo Augusto Vieira de Carvalho, Caroline Maria Vieira Larceda, Marina Almeida Morais, Marian Furlan Ribeiro Barbosa Netto Otman e Tannise Ferreira Moura Rabelo.
Consultado pelo Hora News, um especialista do Direito revelou que uma banca deste nível gira em torno de R$ 2 milhões a R$ 5 milhões para acompanhar e coordenar o processo na Corte Superior.
“Uma banca para assumir um processo como este ai do Valmir não sai por menos de R$ 2 milhões. Gira entre R$ 2 milhões e R$ 5 milhões para eles assumirem o processo nos tribunais superiores. E como o Valmir aparece nas pesquisas em 1º lugar para ganhar a eleição para governador, isso acaba de alguma forma inflacionando ainda mais o valor da banca. Então, o ex-prefeito terá que desembolsar muito dinheiro para ter uma boa defesa”, explica o advogado.
O relator do caso no TSE, ministro Sérgio Banhos, votou no sentido de manter a decisão do TRE, mas um pedido de vista do ministro Carlos Horbach interrompeu o julgamento do recurso, que volta à pauta na próxima quinta-feira.

Por Redação
Foto: Divulgação






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