O caso da morte da médica Daniele Barreto continua mobilizando Sergipe e, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), cada detalhe da investigação está sendo acompanhado com prioridade máxima.
Em nota oficial divulgada à imprensa, a pasta reforçou que todos os exames periciais estão em andamento e que apenas com a conclusão deles será possível esclarecer, de forma definitiva, as circunstâncias da tragédia.
Em meio à expectativa por respostas, a SSP também lamentou a propagação de informações falsas, como a de que teriam sido encontrados vestígios de sêmen de dois homens no corpo da vítima. A pasta foi categórica: essa informação não corresponde à verdade.
Rigor científico
O órgão destacou a seriedade do trabalho realizado pelos profissionais que atuaram no local da ocorrência e pelos peritos do Instituto Médico Legal (IML). O inquérito está sob responsabilidade do Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV), que conduz a investigação com base em evidências técnicas.
Até o momento, os investigadores já dispõem de um perfil genético identificado pelo Instituto de Análise e Pesquisa Forense, considerado peça-chave para avançar na elucidação do caso.
Em meio a um cenário de dor, dúvidas e especulações, a SSP afirmou que mantém o compromisso de oferecer à sociedade informações seguras e transparentes.
“A verdade só poderá ser estabelecida com base em laudos oficiais. Nossa prioridade é esclarecer os fatos com rigor técnico, responsabilidade e transparência”, destacou a nota.
Enquanto os exames complementares são concluídos, a população aguarda respostas que tragam não apenas justiça, mas também paz à memória de Daniele Barreto.
Defesa
O advogado da família, Fábio Trindade, revelou em entrevista a uma rádio de Aracaju, na sexta-feira (26), que o laudo do Instituto Médico Legal (IML) identificou a presença de material genético de dois homens diferentes no corpo da vítima.
Segundo o documento, foram detectados resquícios de sêmen, mas a perícia não conseguiu determinar o momento.
“O exame mostrou que as células já estavam mortas quando foram coletadas, o que impede essa definição”, afirmou Trindade.
Por Redação
Foto: Rede Social






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