Na noite desta segunda-feira (29), as ruas tranquilas do Bairro Atalaia, em Aracaju, viram-se palco de uma operação que marcou o fim da trajetória de um dos nomes mais temidos do submundo do crime.
Conhecido como “Cinzento”, o homem investigado por homicídio qualificado e tráfico de drogas morreu em confronto com equipes do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), com apoio da Divisão de Inteligência e Planejamento Policial (Dipol).
Segundo a Polícia Civil, “Cinzento” não apenas fugia da Justiça – ele a desafiava. Foragido da Bahia e já com histórico de violência, mantinha-se ativo no comando de uma célula criminosa associada a uma facção do Rio de Janeiro, de onde exportava ordens e estratégias para Sergipe. O esconderijo em Aracaju, antes visto como refúgio, transformou-se em armadilha.
Durante a abordagem policial, o investigado reagiu com disparos, obrigando os agentes a revidar. Baleado, foi socorrido e levado ao Hospital de Urgências de Sergipe (Huse), mas não resistiu.
O caso, segundo as autoridades, simboliza a extensão das redes do crime organizado, que atravessam divisas estaduais e se infiltram em territórios aparentemente distantes do epicentro carioca.
A Polícia Civil reforçou ainda a importância do Disque-Denúncia 181, lembrando que a participação da sociedade é peça-chave para enfraquecer essas conexões criminosas, sempre com garantia de anonimato.
Por Redação
Foto: SSP-SE






Comente