“Nunca conversei política com Rogério Carvalho”, diz Milton Andrade sobre rumores de aliança com PT

“Nunca conversei política com o senador Rogério Carvalho”. Assim responde o empresário e ex-candidato a governador de Sergipe, Milton Andrade, ao ser questionado pelo Hora News sobre rumores de um eventual convite para integrar uma chapa ao Governo do Estado, encabeçada pelo senador petista, que estaria sendo articulada por um empresário ligado aos dois grupos políticos.

“Não aceitaria. Entrei na política com vários propósitos. Entre os principais: implantar uma gestão técnica e o outro combater o PT”, sentencia Milton, salientando que não disputará nenhum cargo político nas eleições de 2022, e que neste momento está priorizando a família e os negócios.

“Não disputarei as eleições em 2022. Estou focado na minha família e nos negócios”, garante.

Milton Andrade, que disputou o governo estadual pelo PMN e obteve mais de 35 mil votos, o equivalente a 3,56% dos votos válidos, nas eleições de 2018, defende o nome de Alessandro Vieira (Cidadania) para disputar o principal cargo político no estado.

“Defendo o nome de Alessandro Vieira como candidato do nosso grupo. Espero que ele aceite”, diz o jovem político de 33 anos de idade.

Milton Andrade, que hoje comanda o Partido Liberal (PL) em Sergipe, encara com naturalidade as críticas feitas ao senador Alessandro Vieira, principalmente por grupos bolsonaristas insatisfeitos com o comportamento do senador.

Para o presidente do PL sergipano, as críticas servem de reflexão política para o grupo. Segundo ele, a população começa a entender o comportamento coerente de Alessandro Vieira, demonstrado por sua independência frente ao governo Bolsonaro.

“Toda crítica é natural, bem-vinda e que merece reflexão. O senador Alessandro votou quase 90% nas pautas que o governo defendeu em 2020. Mas isso ele faz por convicção. E quando o governo erra, ele não se omite e, movido pela mesma convicção, teve críticas ao governo, mesmo muitas vezes apoiando projetos do governo. O nome disso é coerência e independência. A população não está acostumada a uma postura assim. Mas está começando a entender”, conclui.



Por Redação
Foto: Divulgação

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