General do Exército pede a prisão do ministro do STF, Luís Roberto Barroso

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, pode ir para a prisão se depender do entendimento e vontade do general da reserva do Exército, Paulo Chagas, pré-candidato a deputado federal pelo Podemos do Distrito Federal.

A defesa da prisão do ministro é em decorrência de Barroso ter afirmado, em um evento numa universidade da Alemanha, que “as Forças Armadas estão sendo orientadas a atacar e desacreditar o processo eleitoral”.

Na avaliação do general, o ministro do STF praticou crime militar de ofensa às Forças Armadas, previsto no artigo 219 do Código Militar.

“O ministro Barroso praticou o crime militar de ofensa às Forças Armadas, artigo 219 do Código Penal Militar: propalar fatos, que sabe inverídicos, capazes de ofender a dignidade ou abalar o crédito das Forças Armadas ou a confiança que estas merecem do público. Pena – detenção, de 6 meses a 1 ano”, salientou.

Ainda, segundo o general Paulo Chagas, a Procuradoria-Geral da República e o Ministério Público Militar precisam representar o magistrado criminalmente.

“É cabível uma representação criminal para a PGR contra Barroso. Com a palavra o Ministério Público Militar!”, conclui.

Apoiado pelo presidente Bolsonaro, o general disputou em 2018 o Governo do Distrito Federal, mas foi derrotado nas urnas.

Investigado

O general Paulo Chagas é um dos alvos da Operação da Polícia Federal no inquérito das Fake News, realizada a pedido do STF, que busca provas sobre produção e disseminação de notícias falsas nas redes sociais.




Por Redação
Foto: Divulgação

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