Os bancários dos bancos privados de Sergipe decidiram, em assembleia realizada nesta quarta-feira (26), aceitar a nova proposta apresentada na terça-feira (25) pela Fenaban (Federação Nacional dos Bancos). Mas os funcionários do Banese e dos bancos federais rejeitaram as propostas específicas e continuam em greve.
A proposta da Fenaban elevou o índice de reajuste para 7,5%; sobe para 8,5% o aumento do piso salarial e dos auxílios-refeição e alimentação; e 10% no valor fixo da regra básica e no limite da parcela adicional da Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Dessa forma, o salário inicial do escriturário passa de R$ 1.400 para R$ 1.519.
As cláusulas econômicas da Convenção Coletiva dos Bancários ficam assim:
Reajuste – 7,5% (aumento real de 2,02% pelo INPC).
Piso – R$ 1.519 (reajuste de 8,5%, o que significa 2,95% de ganho real).
Caixa – R$ 2.056,89 (reajuste de 8,24%, o que representa 2,70% de aumento real).
Auxílio-refeição – R$ 472,15 (R$ 21,46 por dia), o que representa reajuste de 8,5%.
Cesta-alimentação e 13ª cesta-alimentação – R$ 367,90 (reajuste de 8,5%).
PLR – Regra básica: 90% do salário mais R$ 1.540 fixos (reajuste de 10%), com teto de R$ 8.414,34. Caso a distribuição do lucro líquido não atinja 5% com o pagamento da regra básica, os valores serão aumentados para 2,2 salários, com teto de R$ 18.511,54.
PLR adicional – 2% do lucro líquido distribuídos linearmente, com teto de R$ 3.080 (reajuste de 10%).
Antecipação da PLR – 54% do salário mais valor fixo de R$ 924, com teto de R$ 5.166,01 e parcela adicional de 2% do lucro líquido do primeiro semestre distribuído linearmente, com teto de R$ 1.540.
A antecipação da PLR será paga até dez dias após a assinatura da Convenção Coletiva e a segunda parcela até 1º de março de 2013.
Estas eram as principais reivindicações dos bancários
– Reajuste salarial de 10,25% (aumento real de 5%).
– Piso salarial de R$ 2.416,38.
– PLR de três salários mais R$ 4.961,25 fixos.
– Plano de Cargos e Salários para todos os bancários.
– Elevação para R$ 622 os valores do auxílio-refeição, da cesta-alimentação, do auxílio-creche/babá e da 13ª cesta-alimentação, além da criação do 13º auxílio-refeição.
– Mais contratações, proteção contra demissões imotivadas e fim da rotatividade.
– Fim das metas abusivas e combate ao assédio moral
– Mais segurança
– Igualdade de oportunidades.
Da Redação com informações do SEEB







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