Senador se reuniu, nesta quinta-feira, 29, com ex-servidora da Emsurb exonerada após organizar manifestação em defesa de Lula e da democracia e afirmou que nenhum brasileiro deve ser punido por exercer sua liberdade de expressão.
O senador Rogério Carvalho (PT-SE) se reuniu, nesta quinta-feira, 29, com Alícia Oliveira, ex-servidora comissionada da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), exonerada após participar da organização de uma corrida em apoio ao presidente Lula e em defesa da democracia. O caso ganhou repercussão nas redes sociais após um empresário ser denunciado por uma publicação com falas em tom de ofensa aos participantes da corrida. O episódio acendeu o debate sobre liberdade de expressão, perseguição política e o direito de brasileiros e brasileiras se manifestarem livremente.
Ao manifestar solidariedade a Alícia, Rogério Carvalho criticou o que considera uma retaliação política e reforçou que defender a democracia é um direito, não motivo para punição. “Alícia fez o que todo brasileiro e toda brasileira deveriam fazer: lutar pela democracia. Quando vivemos em um país onde ainda existem pessoas autoritárias, defender a liberdade exige coragem. E é justamente diante dessas ameaças que nossa resistência precisa ficar ainda mais forte”, afirmou o senador.
Luta por liberdade
Para Rogério, a exoneração de Alícia evidencia a gravidade de possíveis retaliações contra quem expressa suas posições políticas e participa de manifestações públicas. “O preço que ela pagou por organizar uma manifestação livre, uma corrida em nome da democracia e da religião, foi a demissão por defender o presidente Lula. Isso é inaceitável. Ninguém deve perder o emprego por exercer seu direito de manifestação. A democracia não pode existir apenas quando agrada a quem está no poder”, declarou.
Rogério também defendeu a mobilização coletiva para ajudar Alícia a reconstruir sua trajetória profissional e seguir atuando em defesa das liberdades democráticas. “Ela não ficará desamparada. Vamos trabalhar para que retome sua vida e continue lutando pela democracia. Não podemos permitir que o medo cale as pessoas nem que a perseguição intimide quem defende suas ideias”, detalhou.
“Defender quem sofre retaliação por se manifestar é defender todos nós. A democracia é o maior bem que temos e não pode ser tratada como concessão de ninguém. É uma conquista do povo, e cabe a todos nós protegê-la, todos os dias”, concluiu.
Por Assessoria de Imprensa
Foto: Larissa Trindade












