Lula diz que mudará política de preços dos combustíveis se voltar ao governo

Greve de caminhoneiros causa desabastecimento de combustível em postos de gasolina da cidade de Teresópolis, na região serrana do Rio de Janeiro.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pré-candidato a presidente do Brasil, garantiu nesta terça-feira (30) que mudará a política de preço dos combustíveis praticada pela Petrobras no governo Michel Temer e mantida pelo governo Bolsonaro, caso seja eleito presidente nas eleições de 2022.

“Digo em alto e bom som: nós não vamos manter essa política de preços de aumento do gás e da gasolina que a Petrobras adotou por ter nivelado os preços pelo mercado internacional. Quem tem que lucrar com a Petrobras é o povo brasileiro”, destaca Lula, salientando que será aplicada a mesma política de preços executada em suas duas gestões.

Segundo o ex-presidente, na época em que o país era governado pelo Partido dos Trabalhadores o Brasil foi o único país do G20 com superávit primário.

O ex-presidente afirmou ainda que na época em que o país era governado pelo Partido dos Trabalhadores o Brasil foi o único país do G20 com superávit primário.

“Sobre responsabilidade fiscal: Quando cheguei na Presidência, nós tínhamos uma dívida pública interna de 60% do PIB. Quando a Dilma terminou o mandato estava em 32%. Durante todos os anos consecutivos dos nossos governos, o Brasil foi o único país do G20 com superávit primário”, lembra Lula no Twitter, salientando que metade da inflação está subordinada aos preços controlados pelo governo.

“Cerca de 50% da inflação hoje está subordinada aos preços controlados pelo governo. Portanto o governo tem muita responsabilidade pela inflação. Pelo preço da energia, do gás, da gasolina, do diesel”, conclui.



Por Redação
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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